M
  • Engenheiro Civil

Mauro Vasconcelos de Moura

Rio de Janeiro (RJ)
0seguidor32seguindo
Entrar em contato

Comentários

(3)
M
Mauro Vasconcelos de Moura
Comentário · há 2 anos
No caso de uma mulher que não trabalha, contribuinte facultativo - código 1473 opção 11% (artigo 80 da LC 123/2006) sobre um salário mínimo, que visava se aposentar aos 60 anos e depois eventualmente acumular essa aposentadoria com uma possível pensão do marido. Teria direito à restituição?
M
Mauro Vasconcelos de Moura
Comentário · há 3 anos
Parabéns ao Professor. O texto expressa fielmente o nosso Brasil, repleto de poderosos mafiosos.

O impeachment mudará isso? Não. Os que vêm depois do impeachment são iguais aos que lá estão.

A "Lava-Jato" mudará isso? É um processo que está ajudando bastante, mas já houve outros gritos contra a corrupção que também pareciam ser transformadores ("Fora, Collor!", "Anões do Orçamento", "Mensalão") e que não tiveram essa força.

A mídia ajuda? Um pouco. Há que se ter em mente que a grande mídia está mais focada em seus próprios interesses e nos daqueles que a financiam. A pequena mídia, bancada pelo Governo, é naturalmente tendenciosa. E a mídia independente tem pouca força.

A mudança tem que partir da sociedade. Não me refiro somente à sociedade organizada, porque muitas das organizações sociais, com honrosas exceções, são também corruptas. As que são sérias, com certeza, têm papel importante na divulgação de ideias, na propositura de debates etc.

A mudança tem que envolver a sociedade como um todo, que precisa buscar ser politicamente mais culta, conhecer como funciona o sistema político-eleitoral brasileiro, saber votar e acompanhar os seus políticos, conhecer seus direitos, saber quanto paga de impostos e, fundamental, uma sociedade que também aprenda a não praticar as pequenas corrupções.

Enfim, uma sociedade que levará tempo para ser construída e que só com educação de qualidade será atingida. Precisamos de um líder que não temos, que tenha, efetivamente, a educação como prioridade. E que tenha a visão de que educação não se resume a matemática, português etc. É preciso promover a educação política, de forma séria, desde as primeiras séries escolares.

Recomendações

(2)
Diogo Maciel, Advogado
Diogo Maciel
Comentário · há 3 anos
Bom se o mundo dos fatos se resumisse nessa máxima de "atender bem ao cliente e passar confiança, sem cobrar, que o cliente volta".

Vivemos num mundo (e, especificamente, em um país) onde "tirar vantagem" é regra.

Não são todos os clientes que agem assim, mas a postura não é rara: agendam horário, são atendidos, dúvidas são sanadas, e, depois disso nunca mais pisam no escritório ou sequer atendem ligações.

Sejamos mais pragmáticos e atentemo-nos ao meio onde vivemos, em que a busca por "uma informaçãozinha rapidinha" ou "uma orientaçãozinha simples" acaba sendo justificativa para não pagar pelo serviço intelectual do profissional.

Há clientes que -sem o devido preparo- chegam no escritório achando que estão com a "causa elucidada" (pesquisaram do jeito deles, separaram documentos do jeito deles) e espearm, assim, obter redução no valor dos honorários.

Há clientes que, avisados de que a consulta é cobrada, relutam em pagá-la após realizada. Alguns dão desculpas, dizendo que irão receber o salário na semana que vem, e nunca mais voltam.

Teorias são bonitas, vontade de ajudar ao próximo também. Mas pensem nos milhares de reais gastos com a faculdade, com a prova da OAB, além dos sacrifícios pessoais que cada um teve que enfrentar pra chegar aonde chegaram.

Por isso estou com o colega Anderson Reuse: se for uma simples conversa para expor o problema e obter um "norte", tudo bem não cobrar. A partir do momento em que informações técnicas são passadas com maior detalhamento, entendo ser uma afronta à dignidade da profissão a não cobrança.

E tudo depende de nós mesmos. Brasil é o país do "jeitinho", todo mundo sabe disso (e que me perdoem os politicamente corretos!). Devemos atuar sem ingenuidade e sem muita sede, sob pena de transformarmos cada vez mais a advocacia num múnus aviltado. Ser "múnus público" não é fator autorizador de gratuidade. Somos, acima de qualquer coisa, PROFISSIONAIS que lutaram muito para chegar aonde chegamos, e merecem ser remunerados pela mais simples das informações que venham a ser repassadas.

Professor não "dá" aula, embora a expressão idiomática seja esta ("dar aula"). Ele VENDE as aulas. Advogados VENDEM informações e serviços.

Não sejam a causa da banalização da própria profissão.

Perfis que segue

(32)
Carregando

Seguidores

Carregando

Tópicos de interesse

(3)
Carregando
Novo no Jusbrasil?
Ative gratuitamente seu perfil e junte-se a pessoas que querem entender seus direitos e deveres

ANÚNCIO PATROCINADO

Outros perfis como Mauro

Carregando

Mauro Vasconcelos de Moura

Entrar em contato